5 de março de 2020

Dezesseis, Rachel Vincent


Olá Meus Queridos Leitores!
Tudo bem com vocês?!
O que faria se vivesse em um mundo onde existe milhares de você? E que cada uma exerce uma profissão diferente como por exemplo jardineira, cientista e etc. Pois, vamos fala de um livro distópico onde tudo parece ser perfeito.



É fácil seguir as regras quando você nunca tem a oportunidade de infringi-las.

Narrado em primeira pessoa, conhecemos a personagem Dhalia 16. Ela está se preparando para se torna uma agricultora hidropônica que cultiva alimentos que são plantados. Elá é umas das cinco mil pessoas iguais a ela que foram criada em laboratório geneticamente, ou seja, clones. Todas foram criadas para exerce um trabalho especifico e que seja benefício para a cidade de Lakerview.

“A única forma de a sociedade funcionar de modo eficiente é mediante a divisão de deveres e pessoal em esferas distintas e independentes. Aprendemos isso antes mesmo de termos idade para andar. “

Na cidade há uma regra, ninguém pode falar com ninguém além das pessoas que são do seu departamento. Tudo ali é devidamente rígido. Cada departamento tem seu horário de almoço e atividades. Eles não têm poder de escolha. O único problema e que se alguém fizer algo diferente estar condenado os seus clones a destruição. Dhalia 16 se destacar bastante na sua cultivação pelos vegetais e não poderia demostrar nenhum pouco do seu orgulho em relação a isso.

“Mas na verdade não é assim. É uma morte sem sentido. São milhares e milhares de vidas roubadas. Nossos ancestrais violentos e destrutivos tinha um nome feio e brutal para isso.”

Certo dia ela é chamada para ir ao departamento da Administração, Dhalia 16 está entre as melhoras de seu departamento e foi selecionada para ocupar o cargo de instrutora de sua seção depois da sua formação. Entretanto, quando ela entra no elevador encontra com Trigger 17, ele é um cadete das forças especiais e líder do esquadrão. Em nesse momento o elevador quebra, deixando-os eles presos e plena escuridão. Para surpresa de Dhalia, soldado fala com ela para tenta acalma-la, já que ela começou a entra em pânico e que não estava conseguindo respirar. Infelizmente, ela respondeu a ele e assim quebrando a regra e colocando suas irmãs em pleno risco.



Dezesseis é uma distopia maravilhosa. A trama nos leva ao mundo diferente a base de uma regra e que todos são iguais e que a única diferença e que uma acabou quebrando a regra desse padrão. A leitura é bem fluida e que cada pagina virada é uma revelação surpreendente. A autora soube fazer uma trama envolvente e apresentou uma premissa cheio de curiosidade sobre a personagem onde ela tem uma personalidade diferente. Foi meu primeiro contato com a autora e soube nota alguns detalhes relacionando a nossa realidade. Que basicamente as pessoas vivem sobre padrões, que todo mundo tem que ser igual e foi incrível ver essa semelhança. Para aqueles amantes de distopia com certeza vai amar esse.


6 comentários

  1. Nossa, há quanto tempo não leio uma distopia. Preciso mudar isso. Como não é um gênero que tenho muita afinidade, acabo sempre meio que deixando de lado.
    Me lembro muito bem de quando este livro foi lançado e de como foi elogiado.
    Olha, vou tentar ler ele de todo jeito, gostei bem da premissa!
    Beijo

    Angela Cunha Gabriel/Rubro Rosa/O Vazio na Flor

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  2. Não gosto de ler distopias, no geral não gosto muito do cenário criado.
    Mas o enredo desse livro é interessante, onde há clones de pessoas e todos tem que viver dentro das regras sem se comunicar com os outros.

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  3. Oi, Lily
    Já conhecia o livro, mas sua resenha foi a primeira que leio.
    Vai para a lista de desejos, assim que tiver chance lerei.
    Nossa comparando com a nossa realidade não está muito diferente, não podemos viver sobre os padrões estabelecidos pela sociedade.
    Imaginar Dhalia presa num elevador é sufocante.
    Beijos

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  4. Lily!
    Tão bom ler um livro de ficção que parece crível, porque todo desenrolar da trama é bem escrita e fundamentada. E ainda traz uma protagonista que busca sua individualidade em um mundo que até então não sabia existir.
    Quero poder ler.
    cheirinhos
    Rudy

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  5. Eu tenho um grande amor por distopias e eu fiquei apaixonado compra forte desse livro de ter um sociedade que é vista como inteiramente perfeita mas eu já estou cansada desse clichês de sempre tem um adolescente envolvida na história

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  6. Oi, Lily
    Adorei sua resenha.
    Conhecia o livro só de nome, e eu adoro distopias, então já quero!
    Tomara que a 16 aí dique com o 17 kkkk
    Bem louco eles não terem poder de escolha, meu Deus, que coisa mais horrível!
    Assim que der lerei!
    Bjs

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