Loney, Andrew Michael Hurley

by - 18:00

Hey Leitores, turubon?
Já se decepcionou com algum livro esse ano? Pois, eu sim. Li esse livro pensando que seria um thriller incrível, mas acabei sendo enganada. Então, acompanha essa jornada da minha leitura com esse livro.

Achei que eu seria capaz de esquecer, mas não consigo. Quanto mais a gente tenta esquecer, mais se lembra. 


Nessa trama vamos acompanhar a história de dois irmãos. Um chamado Andrew que é o mais velho e que nasceu mudo, a única pessoa que tem uma aproximação muito melhor e seu irmão, Smith. Smith passa o seu tempo cuidado do seu irmão, já que ele não pode ficar muito tempo sozinho. Alguns anos atrás a família sempre passa a época de pascoa na cidadezinha chamada Loney em que fazia peregrinação e cultos com o padre Wilfred.


 "Em todo caso, o luto é uma coisa peculiar e , quando se combina à perplexidade, pode demorar um pouquinho mais de tempo para ser superado."


Como o tempo passou o padre faleceu e outro ocupou o seu lugar que veio da Irlanda, o Padre Bernard. O novo padre é totalmente diferente do antigo, um pouco mais alegre e moderno, porém a Esther Smith, mãe dos garotos, não se simpatizar com o novo padre e tentar de varias maneiras mostrar como o antigo padre fazia e por isso resolve fazer a viagem para Loney na época de pascoa junto com o Padre Bernard e com seus amigos da paroquia.


 "Não sei quanto à senhora, mas sou da opinião de que quando uma pessoa se deixa mimar demais pelas coisas que lhe são familiares, a fé fica estagnada."


Ao chegar em Loney cada um vão tentando se encaixa ali e ate mesmo se acostumar com o local.  Com os dias passando coisas estranhas vão acontecendo nessa cidadezinha, alguns segredos começam aparecer, os irmãos se metem em problemas que não deveriam e a Esther, mãe dos garotos, fica tentando mostra um caminho certo para o padre e ao mesmo tempo quer encontrar a cura para seu filho, Andrew, através da religião.

 


Loney é uma leitura interessante, vamos dizer assim. Quando resolvi ler essa história esperava por mais, esperava por suspense, thrillers e no final das contas não encontrei nada disso, só alguns mistérios que no final foram desvendados, mas fora isso, nada do que estava pensando. A Leitura é bastante descritiva com poucos diálogos e meio que fez a leitura fica bem arrastada para mim.

 

O autor traz um belo debate nesse livro sobre a religião, do que somos capazes de fazer quando somos religiosos. Muito se isola na própria religião para se proteger contra as coisas do mundo, isso é bem mostrado com a Esther Smith que faz de tudo para encontrar a “cura” para seu filho através da religião, uma forma de não acreditar que seu filho nunca poderá fala, então fica nessa busca de querer cura-lo. Que por sinal, eu não suportava essa mulher enquanto lia, sempre julgando todo mundo, falando mal das pessoas ao seu redor e principalmente o próprio padre Bernard que ela mal se quer queria conhecer.


Esse livro não é para todos os leitores, já que muitos irão acha a leitura chata e bem arrastada. Eu não indicaria para qualquer leitor, se pensa que vai encontrar suspense, thriller nesse livro, pois lhe digo que não vai encontrar. Foi uma leitura bem decepcionante pra mim. 



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9 comentarios

  1. Eu já li algumas coisas bem negativas sobre esse livro e mesmo ele sendo mais "antiguinho" eu admito que nunca senti aquela vontade enorme de ler não.
    E acho que agora, menos ainda rs
    Eu também sempre pensei que seria mais um suspense!!!
    Beijo

    Angela Cunha Gabriel/Rubro Rosa/O Vazio na flor

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  2. Tinha visto esse livro em promoção apesar de acha a capa linda não comprei com medo de não se bom. Eu não gosto de Livros com muitas descrições e quase nada de diálogos então ainda bem que evitei de gastar dinheiro.

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  3. Eu seria uma dessas que acharia a leitura arrastada.
    Na verdade, Lily, nem acho que seja thriller....

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  4. Lily!
    É muito frustante quando temos uma expectativa sobre um livro e ele não é nada do que esperávamos.
    Acredito que o livro é mais voltado para a religião e não para o thriller.
    cheirinhos
    Rudy

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  5. Olá
    Que pena quando terminamos leitura é vemos que o autor não entrega aquilo que esperamos de um suspense né? Eu já tinha visto esse livro aqui no blog ou canal e até tinha ficado interessado nele.mas agora depois de ler sua resenha não quero mais além do mais não gosto quando um autor envolve religião em sua trama .

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  6. Essa capa nãp me é estranha... Lembra muito um livro Reconstruindo Amélia que eu tenho da novo conceito a intrinseca faz essas coisas. Enfim, gostei da sua resenha e fiquei com vontade de ler esse livro.

    https://expressoliterarios.blogspot.com/

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  7. Olá! Uma pena quando um livro não funciona com a gente né, ainda mais quando tínhamos certa expectativa sobre ele, esse não despertou muito meu interesse, parece ser uma escrita bem descritiva, que acredito deixará a leitura cansativa.

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  8. Oi, Lily!
    2020 foi o ano de leituras decepcionantes para mim, nem cheguei a favoritar livros, mas esse ano as leituras estão bem melhores, até agora as notas estão se mantendo acima de 3 estrelas, espero que continue assim...
    Em relação a Loney, confesso que fujo de livros com narrativas bastante descritivas, o livro se torna chato e enfadonho para mim, sem falar que um livro de suspense que deixa a deseja nesse requisito é algo bastante negativo para mim... Por isso dificilmente eu leria esse livro.
    Bjos!

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  9. Oi, Lily
    Quando ele foi lançado achei também que série um thriller e me interessei. Mas li várias resenha falando sobre como é chato.
    Essa mãe neurótica já me dá nos nervos kkkk
    Gostei da sua resenha, deu pra ver bem para que caminho segue a trama, e creio que não vou curtir mesmo não.
    O padre Bernard até parece razoável, mas pelo jeito todos os personagens são chatos kkkk
    Bjs

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