24 de fevereiro de 2020

Diário de Anne Frank


Olá Queridos Leitores!
Tudo bem com vocês?
Segunda guerra mundial. A época que foi devastadora e o pior pesadelo para as pessoas daquela época, principalmente os judeus. A guerra começo em 1939 e terminou em 1945. Agora vocês estão perguntando, porque isso? Pois, a resenha de hoje é sobre o livro de uma garotinha, Anne Frank. Ah, e para mencionar essa leitura eu fiz em espanhol, já que ganhei o livro da minha mãe.


Espero poder confiar inteiramente em você, como jamais confiei em alguém até hoje, e espero que você venha a ser um grande apoio e um grande conforto para mim.

Anne Frank, uma jovem adolescente de treze anos que morava em Amsterdam, na Holanda junto com sua família. Em seu aniversário de treze anos ela ganha um diário de seu pai como presente e a partir desse momento, ela começa a escrever nele sobre suas convivências do dia a dia como uma adolescente normal até o momento que tudo muda.

"Mas que importa? Quero escrever e, mais do que isso, quero trazer à tona tudo o que está enterrado bem fundo no meu coração. Há um ditado que diz: O papel é mais paciente que o homem."

Anne e sua família são judeus. No dia em que seu pai recebe uma intimação dos alemães nazista, eles resolvem se esconder. Com ajuda de alguns amigos, se escondem detrás de um porão que ficava atrás de um prédio onde trabalhava seu pai, Otto Frank. De início só estava seu pai, sua mãe Edith Frank e sua irmã Margot Frank. Depois vieram, mas pessoas refugiando-se no esconderijo, a família Van Dan com seu filho Peter e um dentista chamado Dussel.



Desde então, Anne começa a relatar em seu diário, que ela chama de Kitty, todos os acontecimentos do seu dia a dia no esconderijo. Desde o dia que chegou ao local, as janelas foram cobertas por cortinas para que ninguém do lado de fora olhasse para dentro, os horários de comer, eles tinham que procura fazer o menos barulho possível, já que de dia a empresa estava em funcionamento e que havia trabalhadores ali e com qualquer ruído poderiam ser descobertos. O medo passou a estar do lado deles como um companheiro. Qualquer barulho que escutava do lado de fora, eles ficavam apavorados.

"A maioria das pessoas simplesmente não conseguiria compreender o que os livros significam para nós, trancados aqui dentro. Ler, aprender e ouvir rádio são os nossos divertimentos."


Anne estar no início da puberdade, explorar coisas novas, as descobertas do amor, desejos, anseios, a sexualidade, as mudanças no seu corpo e principalmente os seus sentimentos pelo jovem Peter. A situação em que se encontra, torna tudo isso mais difícil. Anne e sua mãe tem um relacionamento complicado e que sempre tem uma discussão por algum motivo. O tempo vai passando e dificuldades vão aparecendo, as convivências entres as famílias começa a estar cada vez mais complicada. Mas apesar de tudo Anne permanece com seus sonhos vivos, como viajar pelo mundo, aprender outros idiomas, ser uma famosa escritora ou ser uma jornalista. Mesmo estando escondida, ela procura manter seus estudos em dias, lendo livros clássicos, estudando arvores genealógica dos reis e rainhas e outros mais.


"Não posso, não consigo imaginar que o mundo se torne normal, para nós, novamente. Muitas vezes falo em "depois da guerra", mas acho que isso é castelo no ar, coisa que jamais acontecerá na realidade."

O Diário de Anne Frank trata-se do dia a dia da garota e das pessoas que conviviam ao seu redor escondidos. Ao início da leitura ela mostrava-se ser uma adolescente imatura, egoísta e mimada, mas ao longo dos anos ela aprendeu a ser forte e inteligente e principalmente a conviver com a tristeza, com a falta de comida e pelos perigos Iminentes. Ela era uma jovem com sonhos e esperança de que a guerra acabasse, porém a pior parte disso tudo e que seu último registro foi no dia 1 de agosto de 1944 e que três dias depois foram descobertos pelos policiais alemães. Faltando um ano para a guerra acabar. Eles foram mandados para o campo de concentração e de todos o único sobrevivente foi seu pai, Otto Frank que quando voltou para Amsterdã teve o diário de sua filha em mãos e resolveu publicá-lo.  Anne Frank morreu de uma doença chamada tifo ao lado de sua irmã Margot, em fevereiro de 1945 com apenas 15 anos.  Se você está esperando do livro um romance, pois estar enganado. O que mostra são sonhos de uma criança sendo destruído pela guerra. É a história mais horrenda da humanidade. E até hoje me pergunto porque eu não tinha lido esse livro antes, é difícil acredita em tudo que aconteceu naquela época. Só algo a dizer, leia o livro!


3 comentários

  1. Se você imaginasse o carinho que tenho por este livro. Estou aqui lendo a resenha e olhando meu exemplar velhinho ali na estante. Sempre faço questão de dar uma olhada nele, pegar, cheirar. É um dos meus livros favoritos na vida e penso que todo mundo, sem exceção, deveria um dia, ler esse diário!!!!
    Saiu recentemente uma Graphic que estou doida para ter também!!!
    Beijo

    Angela Cunha Gabriel/Rubro Rosa/O Vazio na Flor

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  2. Oi, Lily
    Eu também amei demais esse livro!
    Ele é muito emocionante, forte e vívido!
    E ao mesmo tempo, tão triste.
    Queria muito que ela tivesse vivido e publicado mais... Realizado todos os seus sonhos.
    Bjs

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  3. Lembro de ter lido O Diário de Anne Frank pela primeira vez lá em 2014 e ficado completamente extasiada com a história da Pequena judia. Todos os filmes baseados na história da e nem me chamaram muita atenção como uma garota tão nova tinha Uma Mente Tão desenvolvida e um futuro tão trágico cheio e repleto de intolerância

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